segunda-feira, 20 de janeiro de 2020
Brincadeiras educativas...
Eu e a L. estávamos no sofá a brincar aqueles jogos parvos:
- Quem abrir a boca primeiro perde;
- Quem se rir primeiro perde;
- Quem piscar os olhos primeiro perde;
...
Até que a L. se lembra:
- Quem respirar primeiro perde...
...
E morremos as duas!!! 😵
domingo, 19 de janeiro de 2020
A L. aprendeu a responder !!!
Ao almoço...
L.: Esta sopa tem muito sal, está muito boa.
N.: O que é que tu percebes de culinária?
L: É porque eu tenho a língua!
Ok !!!
sexta-feira, 17 de janeiro de 2020
Vamos lá ver...
Sabemos que o comum cidadão precisa de trabalhar dado que 68%** dos portugueses são pobres, e eu pertenço a esse grupo da Plebe.
E confesso que já me fazia falta alguma azáfama, não que eu sentisse essa falta, mas o meu corpo pesado e cansado sim.
Não correu mal. Não chorei. Mas senti uma grande nostalgia.
No primeiro dia estive todo o tempo a pensar: ''Há um ano atrás faltava um ano para sair de casa. Era feliz e não sabia''
Não tenho saudades das miúdas, pois o tempo de cada uma em seu lado faz-nos falta para não darmos em loucas.
Agora, do meu sofá??? Da minha televisão??? De não fazer nada???
Tendo em conta que a idade da reforma para pessoas da minha idade é tipo 87 anos e 4 meses, ainda falta muito tempo. Depois terei diabetes, hipertensão e quiçá alzheimer, e nem vou poder usufruir da mesma, isto se Deus Nosso Senhor me permitir cá estar nessa altura.
Maneiras que vamos continuar a sofrer e rezar para que nos saia o Euromilhões para podermos ter filhos enquanto estiver na idade fértil.
Oh, que disparate, com o Euromilhões, não é preciso ter filhos para ficar em casa.
Que tontinha Vanessa Alexandra.
** Taxa acabada de inventar.
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
A V. no infantário...
Começou ontem, no melhor sítio e com as melhores pessoas que conheço para o efeito, pois, foi a segunda casa da L. durante quase 4 anos.
Ontem foram só 5 horas, para se ambientar.
Hoje já almoça.
E eu? A mim não me custou nada, ainda não fui trabalhar. O que custa é ir trabalhar, não é deixa-la.
Quase que me sinto uma péssima mãe por pensar assim. Mas já é a segunda filha, talvez por isso. Ou se calhar sou horrível mesmo, não sei definir.
A verdade é que ela precisa disto. Precisa de rotinas, se bem que eu já as exigia em casa. Precisa de estar com outros meninos.
E eu vou continuar a comer chocolates para ver se este sofrimento de ir trabalhar/levantar cedo/stress, atenua.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
A 1 semana de recomeçar...
... a trabalhar, cai em mim toda uma depressão pós-licença-de-maternidade. Mas calma, esta não é daquelas que carece de comprimidos. Esta cura-se com uma ou duas tabletes de chocolate (seguidas), que não vem nada ajudar na dieta que a pessoa NÃO está a fazer.
Quando tive a L. não custou tanto. Primeiro porque a pessoa era imatura. (A pessoa continua imatura, mas menos um bocadinho, vá.) E depois porque fui para casa já com 6 meses de gravidez, o que fez da maratona Vanessa-Sofá-Vanessa-Centro Comercial, algo que passou mais rápido.
Agora nãooooooo. Eu ainda não tinha o embrião no sitio certo, já estava a ficar em casa de baixa.
Já nem sei o que é trabalhar. O sentido da palavra, até se perdeu, com o vento. Mas também não tenho saudades. Até porque provava a responsabilidade de cumprir horários de vez em quando quando ia levar a V. às gravações onde participou. Podia ser para sempre. Eu podia fazer disso vida. Ia levar e buscar a artista. E alguma entidade deste país, tipo Governo, que tanto rouba, podia continuar a pagar-me. O mínimo vá, também não sei o que é ganhar mais que o minimo, por isso assim cumássim, não se perdia grandes dinheiros.
E o facto de saber que pode ter sido a última vez que tenho uma licença de maternidade (lágrimas de sangue), dá cabo de mim.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2019
O nódulo da mama...
... vamos lá falar dele, para despachar isto das doenças porque uma das resoluções de ano novo é deixar de ser hipocondríaca, por isso, convém falar disto já, para não levar lixo para o ano 2020.
Nos finais da amamentação, quando já estava prestes a desistir da mesma, reparo que tenho um nódulo na mama esquerda, saliente, que surgiu da noite para a manhã seguinte. Depois de tremer de medo durante uns segundos, acalmei-me e presumi que fosse leite encaroçado. Apesar de não doer. Vá de colocar a criança à mama para ver se aquilo desaparece. E desapareceu.
Dias depois, o mesmo cenário na mama direita. Repete. Criança na mama, bomba de leite na mama, e nada. O caroço ali permanecia. Idêntico ao de uma azeitona. Sem dor.
Assumi novamente que fosse do leite e do uso excessivo e abusivo da bomba. Só que entretanto coincidiu com a desistência da amamentação e introdução dos benditos biberões.
E o nódulo sempre ali. A dizer-me olá.
Até que um dia, a L. salta para cima de mim e magoa-me no dito. Senti uma dor forte que veio para ficar durante dias. Aí deixei de achar graça ao fofinho e falei com a médica de família, que para não variar, não deu importância mas passou a Eco Mamária para me deixar ´´descansada´´.
Fiz a Eco e lá estava o meu amigo, a dizer olá, pensei eu. O médico descansou-me dizendo que era um quisto de liquido e que por isso seria benigno, mas para repetir dentro de 6 meses,
Afinal o fofito estava era a dizer adeus, pois, depois de violarmos a sua privacidade e descobrir a sua identidade, deixei de o sentir. O dito cujo desapareceu, ficou mais pequeno, ou sei lá o que lhe aconteceu.
Entretanto daqui a 2 meses, vamos repetir a Eco para ver se ele foi de vez à vida dele, ou se ainda anda para aqui a espreitar. O maroto.
Por isso, volto a repetir, apalpem-se, que estas coisas não escolhem idades e nem toda a gente tem a sorte que eu, felizmente tive, quer neste, quer no da Tiróide.
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